Mercado imobiliário em Montevideo 2026: painel e indicadores

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Mercado imobiliário em Montevideo 2026: painel e indicadores

O mercado imobiliário de Montevideo em 2026: radiografia com dados reais

Este artigo é um painel de controle para investidores e compradores que querem entender o mercado imobiliário de Montevideo com números, não com frases feitas. A premissa é simples: boas decisões nascem de indicadores medidos com consistência, não de manchetes ou palpites.

Se você está começando e precisa de contexto prévio, recomendamos estes artigos:

O que vem a seguir é um percurso pelos dados concretos do mercado: volume de transações, preços, oferta, demanda, crédito e construção. Tudo mensurável, tudo verificável.


1) Volume de transações: USD 2,7 bilhões e mais de 18.000 operações

O ponto de partida de qualquer análise de mercado é saber quanto se movimenta. No Uruguai, a fonte mais confiável para estimar o volume total de compra e venda de imóveis é a arrecadação do Imposto sobre Transmissões Patrimoniais (ITP), que tributa 2% do comprador e outros 2% do vendedor.

Segundo dados da DGI, o ITP arrecadou $4.216 milhões (cerca de USD 108 milhões) entre janeiro e dezembro de 2025, com uma variação nominal interanual de +10,7%. Se o imposto total representa 4% do valor das operações, o piso de volume transacionado foi de USD 2,7 bilhões em 2025. E dizemos "piso" porque a base de cálculo é o valor cadastral, que costuma estar abaixo do preço real de fechamento.

Em quantidade, o mercado superou as 18.000 compras e vendas anuais, com picos mensais que chegaram a 4.600 operações em meses específicos (junho de 2025 registrou +11% na comparação mensal). A mediana do preço de fechamento ficou em torno de USD 80.000.

O que isso significa para você: o mercado uruguaio é ativo. Não estamos falando de um mercado parado nem de uma bolha. É um volume sustentado que reflete transações reais, não pura especulação. O crescimento do ITP de +10,7% interanual confirma que há mais dinheiro circulando do que no ano anterior.


2) Estoque e oferta: 60.000 anúncios ativos e uma absorção de 1 em 40

A oferta publicada nos principais portais supera os 60.000 imóveis em nível nacional. O InfoCasas, portal líder, reportou 205.807 imóveis únicos publicados durante 2025, com 12,5 milhões de visitas anuais e 587.000 usuários ativos mensais.

Porém, o número que importa não é quantos imóveis estão publicados, mas quantos são vendidos. Em Montevideo, concretizam-se aproximadamente 1.500 vendas mensais. Isso gera uma taxa de absorção de aproximadamente 1 a cada 40 imóveis publicados por mês. Em outras palavras: se você publicar hoje, estatisticamente compete com 39 imóveis similares por cada comprador ativo.

O tempo médio de venda gira em torno de 3 meses para imóveis bem publicados e com preço ajustado ao mercado. No aluguel, o panorama é muito diferente: um imóvel é alugado em média em 27 dias, o que reflete uma demanda de locação muito mais ágil que a de compra.

O que isso significa para você: o mercado é líquido, mas não rápido. Há muita oferta, o que dá poder de negociação ao comprador. Se você está vendendo, seu imóvel precisa estar bem posicionado em preço e apresentação para não ficar meses parado em um portal. Se você está comprando, tem margem para negociar: a diferença média entre preço de anúncio e preço de fechamento fica entre 5% e 10%.


3) Preços: estabilidade em dólares com leve pressão de baixa

A evolução dos preços em Montevideo mostra um panorama de estabilidade com leve tendência de baixa em dólares. Segundo dados da Niddo (com base no Índice de Atividade Imobiliária do INE), os preços registraram queda interanual entre 1% e 4% em dólares, dependendo do segmento e da zona. No nível do país, a mediana de preços passou de USD 74.200 para USD 72.400 em um período de doze meses.

Em Montevideo, a queda foi mais pronunciada (~3,9%), enquanto no interior os preços subiram (de USD 50.000 para USD 57.000 em mediana), refletindo uma descentralização gradual da demanda.

Preços por metro quadrado em Montevideo (Q1 2026)

Zona USD/m2 médio Perfil
Corredor costeiro (Pocitos, Punta Carretas, Buceo) USD 3.500 - 4.700 Premium, alta demanda
Cordón, Parque Rodó, Tres Cruces USD 2.200 - 2.900 Média-alta, boa rentabilidade
Habitação promovida (média geral) USD 2.385 Obra nova com benefícios fiscais
Periferia e zonas emergentes USD 900 - 1.500 Alta rentabilidade, maior risco
Média Montevideo (apartamentos) USD 2.900 - 3.330 Referência geral

A diferença entre o corredor costeiro e a periferia supera os 380%. Montevideo mantém-se como a cidade com o metro quadrado mais caro da América Latina no segmento de apartamentos, o que diz tanto da qualidade urbana quanto das margens de sobrevalorização em certos bairros.

As expectativas dos próprios usuários refletem essa ambiguidade: segundo pesquisa do InfoCasas, 35% acreditam que os preços subirão em 2026, 29% que se manterão estáveis, e o restante espera ajustes de baixa. Não há consenso, o que é típico de um mercado em platô.

O que isso significa para você: se está comprando, você não está em um mercado de preços em ascensão. A urgência não joga contra você. Pode se dar ao tempo de comparar, negociar e esperar a oportunidade. Se está vendendo, ajustar o preço de anúncio à realidade do mercado não é "perder dinheiro": é vender em vez de acumular meses de anúncio publicado sem movimento.


4) Perfil da demanda: quem busca o quê, e por quanto

Os dados dos portais imobiliários permitem reconstruir com bastante precisão o que o mercado busca. O panorama de 2025 (que se projeta estável para 2026) mostra o seguinte:

Por tipo de operação

  • 47% aluguel — quase metade da demanda ativa busca alugar, não comprar
  • 41% venda — a compra continua relevante, mas não domina
  • 12% aluguel de temporada — um segmento que cresce, impulsionado pelo turismo e pelos nômades digitais

Por tipologia (dentro de venda)

  • Apartamentos: 73% da demanda (vs. 24% casas)
  • Dentro dos apartamentos: 1 quarto 42%, 2 quartos 27%, studios 23%, 3+ quartos 8%

Por orçamento (compradores)

  • 54% busca abaixo de USD 150.000
  • 35% entre USD 150.000 e USD 300.000
  • Apenas 9% entre USD 300.000 e USD 500.000
  • Apenas 1% supera os USD 500.000

Por geografia

  • 67% Montevideo
  • 16% Maldonado (inclui Punta del Este)
  • 14% Canelones (crescimento sustentado, impulsionado pela habitação promovida)
  • 3% restante do país

Por origem do comprador

  • 84% uruguaios
  • 10% argentinos (concentrados em Punta del Este e Costa de Oro)
  • 6% outros (Chile, Estados Unidos, Brasil)

O que isso significa para você: o segmento mais ativo e disputado é o de apartamentos de 1-2 quartos abaixo de USD 200.000. Se você investir nessa faixa, tem demanda garantida tanto para venda quanto para aluguel. Se o seu imóvel está fora dessa faixa (maior, mais caro ou em uma localização secundária), a demanda se reduz significativamente e os prazos de venda se alongam.


5) Rentabilidade de aluguéis: de 5% bruto a 13% conforme a zona

A rentabilidade bruta média em Montevideo fica entre 5% e 6% ao ano. Porém, esse número esconde uma dispersão enorme por bairro:

Zona Rentabilidade bruta anual Perfil de risco
Pocitos, Punta Carretas, Carrasco 4% - 5% Baixo risco, alta liquidez, baixa vacância
Cordón, La Blanqueada, Parque Rodó 5% - 6% Risco moderado, boa demanda estudantil
Buceo, Malvín, Unión 5,5% - 7% Risco moderado, crescimento
La Teja, Villa del Cerro, Brazo Oriental 7% - 9% Maior risco, maior retorno
Manga, Casabó, Colón, Nuevo París 10% - 13% Alto risco, alta vacância potencial

A rentabilidade líquida (descontando condomínio, contribuição imobiliária, IRPF sobre rendas, vacância e manutenção) fica tipicamente entre 3,5% e 4% em zonas consolidadas. Para uma estimativa realista, desconte do bruto de 30% a 40% a título de custos operacionais.

O dado-chave de 2025/2026 é que a rentabilidade vem subindo nos bairros periféricos, onde os preços de compra caíram mais do que os aluguéis. Em bairros como Manga ou Casabó, a rentabilidade bruta chega a 12-13%, embora com riscos de vacância e deterioração que precisam ser medidos caso a caso.

O que isso significa para você: rentabilidades de dois dígitos soam atraentes, mas não são comparáveis a um 5% em Pocitos. A vacância, o perfil do inquilino e a liquidez de revenda fazem parte da equação. Um bom painel mede o líquido, não o bruto. Se quiser se aprofundar, leia nosso artigo sobre rentabilidade de aluguéis por zona.


6) Crédito hipotecário: taxas historicamente baixas, mas acesso limitado

O BHU continua dominando o mercado hipotecário com cerca de 70% das operações. As condições atuais são as mais favoráveis em anos:

  • Taxa a partir de 4,50% TEA em UI (Unidades Indexadas, ajustadas pela inflação) para compra de imóvel; os 3,75% TEA aplicam-se apenas ao empréstimo de construção
  • Financiamento bancário de até 90% do valor de avaliação (100% para poupadores do BHU)
  • Prazo máximo de 25 anos
  • Custo de avaliação: 2.500 UI (aprox. USD 350)
  • Possibilidade de pré-aprovação antes de sair em busca do imóvel

Os bancos privados (BBVA, HSBC, Itaú, Scotiabank) também oferecem financiamentos hipotecários, geralmente com taxas ligeiramente superiores, mas com processos de aprovação percebidos por alguns como mais ágeis.

Porém, o acesso real ao crédito continua sendo uma barreira. A relação parcela/renda exigida pelos bancos, combinada com os níveis de preço de Montevideo, faz com que, para uma família média, o financiamento bancário hipotecário só alcance imóveis da faixa mais baixa do mercado. Em um mercado onde 54% da demanda busca abaixo de USD 150.000, o financiamento hipotecário é relevante, mas não define o mercado: grande parte das operações se fecha com poupança própria ou com venda prévia de outro imóvel.

O que isso significa para você: se você tem capacidade de endividamento, as taxas estão em mínimos históricos e vale a pena avaliar o financiamento. Porém, faça as contas com a parcela em UI, não em pesos nominais: a UI ajusta pela inflação, e uma inflação alta pode encarecer sua parcela em termos reais.


7) Pipeline de construção: recorde de habitação promovida

A Lei de Habitação Promovida (18.795) continua sendo o motor principal da obra nova no Uruguai. Os números acumulados no fechamento de 2025 são impressionantes:

  • 2.110 projetos protocolados desde a criação do regime
  • 28.200 unidades concluídas
  • 13.000 unidades em construção
  • 20.700 unidades pendentes (5.900 com declaração, 14.800 em estudo)
  • 326 projetos novos protocolados somente em 2025 — recorde histórico, +32% vs. 2024
  • Março de 2025 foi o mês com mais projetos protocolados de toda a história: 62

Deslocamento geográfico

Uma mudança relevante: Montevideo caiu de 65,6% para 53,5% dos novos projetos protocolados nos últimos doze meses, enquanto Canelones subiu de 17% para 27,9%. Isso reflete um movimento real da construção em direção a zonas com melhor relação custo do solo/preço de venda, especialmente na ruta 8, Ciudad de la Costa e arredores de Montevideo.

O preço médio do metro quadrado em habitação promovida é de USD 2.385/m2 construído, significativamente abaixo da média de mercado em zonas costeiras (USD 3.500+), o que explica sua atratividade tanto para compradores finais quanto para investidores.

Montevideo concede alvarás de construção totalizando 500.000 m2 anuais, o que garante um fluxo constante de nova oferta.

O que isso significa para você: a habitação promovida vai continuar injetando oferta nova no mercado. Isso é bom para compradores (mais opções, benefícios fiscais), mas gera competição para quem vende usado. Se o seu imóvel compete com obra nova na mesma zona e faixa de preço, você precisa ser realista com o preço de anúncio. Para mais detalhes, confira zonas onde mais se constrói em Montevideo.


8) INE e indicadores oficiais: o IAI como termômetro

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publica mensalmente o Índice de Atividade Imobiliária (IAI), tanto para compra e venda quanto para aluguéis. É o indicador oficial mais completo do setor.

Os dados mais recentes mostram:

  • IAI Compra e Venda (janeiro de 2026): continuidade na atividade, sem quedas bruscas nem aceleração marcada. A tendência desde meados de 2025 é de leve desaceleração, coerente com um mercado que vem de volumes recordes.
  • IAI Aluguéis (novembro de 2025): variação mensal de +0,41%, com valor médio de arrendamento de $21.109 (pesos uruguaios). A tendência é de alta sustentada em pesos, estável em dólares.

O IAI tem limitações (não captura o mercado informal, tem defasagem de publicação e a base de cálculo não é homogênea entre departamentos), mas continua sendo a referência para medir a evolução agregada do mercado.

Combinado com o ITP como proxy de volume, o IAI confirma um mercado que está em uma fase de maturidade: não há contração, mas também não há euforia. Os indicadores sugerem um 2026 de atividade sustentada em um ritmo similar ao de 2025, com possível pressão de baixa nos preços de venda em dólares se o peso continuar se fortalecendo.


9) O painel: 10 indicadores para medir o mercado

Se você quer acompanhar o mercado com rigor, estes são os 10 indicadores que recomendamos monitorar, com suas fontes e a frequência sugerida:

Indicador Como se mede Dado atual (Q1 2026) Fonte Frequência
Volume de mercado ITP arrecadado / 4% ~USD 2.700 M/ano DGI Trimestral
Quantidade de operações Compras e vendas registradas 18.000+/ano (~1.500/mês em MVD) INE-IAI Mensal
USD/m2 por zona e tipologia Mediana de comparáveis USD 2.900 média MVD Portais + comparáveis Trimestral
Taxa de absorção Vendas mensais / estoque publicado ~2,5% (1 a cada 40) Portais + INE Mensal
Tempo de venda Dias médios em portal ~90 dias (venda), 27 dias (aluguel) InfoCasas, MeLi Mensal
Rentabilidade bruta Aluguel anual / preço de venda 5-6% média MVD Cálculo próprio Semestral
Estoque de oferta Anúncios ativos em portais 60.000+ nacional InfoCasas, MeLi Mensal
Pipeline de obra nova Projetos VP protocolados 326 em 2025 (recorde) ANV Trimestral
Crédito hipotecário Taxa BHU + operações A partir de 4,50% TEA em UI (compra); 3,75% só construção BHU, BCU Trimestral
Contexto macro Inflação, câmbio, taxa de política Inflação ~5%, câmbio estável INE, BCU Mensal

A chave não é ter um painel sofisticado, e sim ser consistente. Se você medir os mesmos indicadores a cada trimestre, com a mesma metodologia, vai detectar mudanças de tendência antes que as manchetes as noticiem.


10) Como montar suas próprias séries históricas

Você não precisa de uma equipe de dados. Com uma planilha e disciplina trimestral é suficiente. Sugerimos esta estrutura mínima:

Trimestre Zona Tipologia USD/m2 (mediana) Aluguel mensal (mediana) Cond. (mediana) Vacância estimada Notas de contexto
2026-Q1 Cordón 1Q USD 2.500 $28.000 $6.500 3% VP nova na zona, BHU baixa a taxa
2026-Q1 Pocitos 2Q USD 3.600 $42.000 $9.000 2% Alta demanda, estoque estável
2026-Q2 ____ ____

Regras para que a série seja útil:

  1. Use sempre o mesmo critério de comparáveis: mesma zona, mesma tipologia, mesma faixa de metros quadrados.
  2. Separe anúncios de fechamentos: se você tem acesso a preços de fechamento (por exemplo, através de um corretor de confiança), registre-o separadamente do preço de anúncio.
  3. Guarde links e capturas dos comparáveis mais representativos de cada trimestre.
  4. Anote o contexto: se nesse trimestre foi inaugurado um edifício novo na zona, se mudou uma normativa, se houve um evento macro relevante. Sem contexto, os números não explicam nada.
  5. Revise as séries a cada 4 trimestres: um ano de dados já permite ver tendências reais, não ruído estatístico.

11) Os segmentos mais ativos: onde está a oportunidade

Cruzando os dados de demanda, preços e absorção, os segmentos com maior atividade em 2026 são:

Segmento estrela: apartamento 1Q, USD 95.000 - USD 160.000

É o cruzamento entre a tipologia mais buscada (42% das buscas) e a faixa de preço onde se concentra a maioria dos compradores (54% busca abaixo de USD 150K). Os bairros com melhor equação preço/demanda para esse segmento são Cordón, La Blanqueada, Tres Cruces, Buceo e Parque Rodó.

Segmento investidor: studio, USD 70.000 - USD 110.000

Os studios representam 23% das buscas e são o produto preferido do perfil investidor. A rentabilidade bruta costuma estar acima da média, porque os aluguéis são proporcionalmente altos em relação ao preço de compra. O risco é a vacância em bairros com sobreoferta de habitação promovida nova.

Segmento familiar: 2Q, USD 150.000 - USD 250.000

27% da demanda busca 2 quartos. Estes têm menor rotatividade, porém maior estabilidade de inquilino no aluguel e melhor revenda a médio prazo. Pocitos, Malvín e Buceo são as zonas de referência.

Segmentos frios: casas e imóveis acima de USD 300.000

Somente 24% da demanda busca casas, e apenas 10% dos compradores têm orçamento superior a USD 300.000. Esses segmentos têm tempos de venda significativamente maiores e menor liquidez.


12) Conclusão: um mercado maduro que recompensa o informado

O mercado imobiliário de Montevideo em 2026 define-se por um paradoxo: é ativo, porém não urgente. Há volume (USD 2,7 bilhões anuais), há transações (18.000+), há crédito barato (a partir de 4,50% TEA em UI para compra) e há demanda sustentada. Mas também há 60.000 imóveis competindo por atenção, preços que não sobem (e inclusive caem levemente em dólares) e um pipeline de obra nova que segue injetando oferta.

Isso configura um mercado de compradores, em que quem tem liquidez e paciência pode encontrar oportunidades reais. O poder de negociação está do lado da demanda, especialmente no segmento de apartamentos usados que competem com habitação promovida nova.

Para vendedores e investidores, a chave é a diferenciação: um imóvel bem localizado, bem conservado e com preço ajustado ao mercado vende-se em 3 meses. Um imóvel sobrevalorizado em uma zona com sobreoferta pode ficar um ano sem movimento.

E para todos, a chave é a informação. Os números que compartilhamos neste artigo não são segredos — são dados públicos, mensuráveis e verificáveis. A vantagem não está em ter acesso aos dados, e sim na disciplina de medi-los consistentemente e agir em consequência.

Se você precisa de ajuda para montar seu painel, avaliar um imóvel específico ou entender como seu investimento se posiciona no contexto do mercado, fale conosco. É o que fazemos todos os dias.


Fontes

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